Votação em 2026 permitirá participação sem uso de biometria

Nas eleições de 2026, os eleitores terão a possibilidade de votar mesmo sem o cadastro biométrico. Para que possam exercer seu direito de voto, é essencial que o título eleitoral esteja em situação regular.

A identificação por meio de biometria estará acessível em todas as seções eleitorais do Brasil, porém não será uma exigência obrigatória. Aqueles que não possuírem as digitais registradas precisarão apresentar um documento de identidade para ter acesso à urna eletrônica.

Essa tecnologia serve para verificar a identidade do eleitor e evitar que outra pessoa vote em seu lugar. Além disso, o cruzamento das informações possibilita ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) detectar eventuais registros duplicados no cadastro eleitoral.

Como proceder se a urna não reconhecer a digital

Em caso de falha na leitura da biometria, o eleitor ainda poderá realizar seu voto. A tentativa de reconhecimento pode ser feita até quatro vezes.

Se após essas tentativas a urna continuar sem reconhecer a digital, os membros da mesa receptora deverão validar a identidade do eleitor utilizando outros dados disponíveis no cadastro eleitoral.

Uma vez confirmadas as informações, o eleitor terá a permissão para votar normalmente. Após isso, ele deverá assinar o caderno de votação ou registrar sua impressão digital caso não saiba assinar.

Encerramento do prazo para cadastro biométrico

O período para efetuar o cadastro biométrico antes das eleições de 2026 foi encerrado em maio. Os eleitores que ainda não realizaram esse procedimento devem buscar a Justiça Eleitoral após o pleito.

No processo de cadastramento, são coletadas a fotografia, as impressões digitais das mãos e a assinatura do eleitor.

A Justiça Eleitoral passou a utilizar impressões digitais como forma de identificação dos eleitores desde 2008.