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COP30 reposiciona o mercado de seguros na agenda climática global e abre uma nova fronteira de inovação no Brasil

A COP30 consolidou o reposicionamento do mercado de seguros no centro da agenda climática global ao evidenciar seu papel estratégico na adaptação, na resiliência econômica e na redução de desigualdades. Com projeções de perdas globais superiores a US$ 500 bilhões anuais até 2050 e um gap de proteção estimado em 80% no Brasil, o debate avançou sobre a necessidade de ampliar coberturas, integrar dados climáticos à precificação de riscos e desenvolver soluções como seguros paramétricos e modelos híbridos com participação do poder público. Iniciativas como o Hub de Inteligência Climática da CNSeg e o uso crescente de sensoriamento remoto e modelagem avançada no agronegócio mostram que o setor deixa de atuar apenas de forma reativa e passa a influenciar investimentos, políticas públicas e estratégias de desenvolvimento. Nesse contexto, a Avanza destaca a ampliação do papel consultivo dos corretores como peça-chave para traduzir riscos climáticos em soluções concretas, conectando tecnologia, inteligência territorial e produtos alinhados à transição ecológica no mercado segurador brasileiro.

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Entre estratégia e visão de futuro: Enzo Leonardo Tieppo no centro da nova era financeira brasileira

Quando se fala em mercado financeiro, é comum que o imaginário coletivo leve imediatamente a Wall Street, símbolo máximo do capitalismo global e do centro nervoso das grandes decisões econômicas do mundo. No entanto, o mercado financeiro vai muito além de um endereço em Nova York. Trata-se de um sistema complexo e interconectado que liga quem possui recursos, como investidores e poupadores, a quem precisa de capital, como empresas, governos e pessoas físicas. É nesse ambiente que circulam ativos como ações, títulos, moedas e derivativos, permitindo que o dinheiro gere crescimento, investimentos e desenvolvimento econômico.

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Rizzieri Gomes: A Chave para o Equilíbrio no Mundo Corporativo

Em sua carreira, Rizzieri percebeu que muitos empreendedores caem em uma armadilha comum: investem muito em marketing, buscando sempre atrair novos clientes, aumentar a visibilidade e gerar oportunidades. No entanto, o marketing sozinho não resolve. Ele atrai leads quentes e prontos para comprar, mas a conversão nem sempre acontece. Por quê? Porque, muitas vezes, o time de vendas não está estruturado de forma adequada para receber essa demanda. Não existe um script bem definido, nem preparação para transformar esses leads em clientes reais.

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