Prefeitura investiga possível sabotagem de larvas na merenda escolar após registro de BO

Luciana Lucínio, chefe de Gabinete, protocolou um boletim na Delegacia de Bariri (Divulgação)

Na data de 5 de maio deste ano, a Prefeitura de Bariri formalizou uma ocorrência na Delegacia local após relatos sobre a presença de larvas em porções de arroz servidas na merenda da Escola Municipal Joseane Bianco.
A chefe de Gabinete, Luciana Lucínio, informou que, após receber a denúncia, a empresa responsável pela alimentação escolar, Sunny Alimentação e Serviços Ltda., retirou todo o lote de arroz utilizado na escola e enviou as amostras para análise em laboratório.
A administração municipal ressaltou que registrar a ocorrência visa documentar os eventos relatados, proporcionar transparência à comunidade e facilitar a adoção das medidas apropriadas pelas autoridades competentes. Luciana mencionou que um dos objetivos da investigação é verificar se houve algum ato intencional relacionado à aparição das larvas na alimentação fornecida aos alunos.
Os resultados da análise laboratorial feita em uma amostra do arroz servido na escola no início do mês confirmaram que o produto estava dentro dos padrões de segurança microbiológica e apto para consumo.
O laudo foi elaborado pelo Laboratório LS Analyses após a coleta realizada no dia 18 de maio e revelou a ausência de Salmonella, além de níveis inferiores aos limites permitidos para microrganismos como Clostridium perfringens, Bacillus cereus presumtivo, Estafilococos coagulase positiva e Escherichia coli.
Ademais, os parâmetros relacionados às condições higiênico-sanitárias do alimento também apresentaram resultados positivos, como contagem total de microrganismos e coliformes totais.

Larvas

No início do mês, estudantes da Escola Joseane Bianco relataram ter encontrado larvas em suas refeições em duas ocasiões. A responsabilidade pela merenda escolar recai sobre a empresa Sunny Alimentação e Serviços Ltda., contratada pela Prefeitura.
Após ser informado sobre a situação, o prefeito Airton Luis Pegoraro determinou que a empresa substituísse os alimentos em todas as escolas municipais e pediu a troca das cozinheiras terceirizadas responsáveis pelo preparo das refeições na instituição.
Segundo informações da administração municipal, os alimentos não estavam com prazo vencido e o incidente teria ocorrido devido a práticas inadequadas durante o manuseio dos produtos.

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